quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Azar de nascença ou eu que procuro?

Oi, amigas, tudo bem? Para variar, por aqui as coisas andam tensas por causa de trabalho...

Bom, deixa eu contar o porquê sem entrar muito nos pormenores: tem uma mulher que trabalha comigo que sempre foi bacana, boa pessoa, me ajudou... Tanto que ela até me indicou para um juiz para trabalhar com ele, me elogiou. O problema é que eu desisti de ir trabalhar com esse juiz, por motivos particularíssimos, mas que ninguém compreendeu. Mas essa mulher, inicialmente bacana, começou a pensar - acho! - que foi porque a minha atual chefe - que ela detesta -, ou me fez alguma promessa de algo melhor, ou me manipulou. Mas não foi nada disso.

E agora eu sinto que essa mulher bacana perdeu a confiança em mim e isso tem deixado o clima tenso. E sabe quando você começa a ver essas coisas meio que veladamente, sem nada explícito? Mas também não sei se tô ficando paranoica. Já cheguei a perguntar para ela se havia alguma coisa, algum problema rolando, após ela meio que se ofender por um comentário bobo que eu fiz que não tinha nada a ver com ela. Ela falou que não, então não vou perguntar mais.

E, para ajudar, tem algumas mudanças previstas no meu trabalho. Quando alguém sabe de alguma novidade, não fica falando para os outros, no máximo passa através de cochichos, essas coisas... E eu tô ficando para trás porque eu tenho vergonha de perguntar essas coisas abertamente. Essa mulher bacana sempre fica sabendo dessas coisas, mas não me fala mais... Eu tô me sentindo isolada, sabem? Embora eu deteste fofoca e buchichos, isso no meu trabalho é regra. E eu tenho que ficar fazendo lobby com todo mundo para não ficar para trás. Mas nem isso eu tô com espírito para fazer.

O resto do povo são daqueles que você não sabe se confia ou não... Tipo, tem que ter olhos nas costas...

É isso.


4 comentários:

Luana disse...

ESquenta não amiga!!
vc consegue!
beijos e boa sexta!!!!

Linda disse...

Nossa, que situação delicada!
Em todo trabalho tem esse tipo de coisa, mas no seu em particular, isso parece ser mais regra do que excessão e isso é muito cansativo emocionalmente.
Eu acho que se você "deixar pra lá", estará assinando um atestado de culpa. Insista com ela. Pergunte se podem conversar e explique para ela, caso seja possível, o motivo por não ter aceitado trabalhar com o tal Juiz.
Isso será para ela, uma prova de confiança. E sabendo que confia nela, ela voltará a confiar em você.
Não pode ser algo tão terrível que ninguém possa saber. Pelo menos para ela, seria bom você contar.
Dentro de um ambiente hostil assim, como é o seu ambiente de trabalho, é muito importante ter alguém que te coloque por dentro do que está acontecendo e que possa ajudá-la quando for preciso.
Não é fácil, eu sei que não é, mas quem disse que ser adulto seria fácil? rs
Boa sorte querida!

Sandra disse...

Oi LInda! Te entendo. Te mambientes de trabalho que tem mais problemas que outros. No ano retrasada pedi tranferencia e cai em uma escola que só por Deus. Sofri no ano passado mas não sai porque é tudo de bom, pertinho de casa.
Foi um ano bem difícil mas, fiquei na minha. Falavam de mim, ficavam com fofoquinha. Mas não participei das rodas de fofoca e não fiz lobby.
Mantive certa distância. Relacionamento super profissional. E só. Lá ninguém sabe da minha vida. Para você ter uma idéia, não comentei sobre a possível viagem da minha filha!!! Se afasta educadamente. Não precisa ficar sabendo pelos cantos das mudanças. Quando elas aparecerem você vai saber... Com tua mudança de postura eles vão perceber e se aproximar mas não aceite escutar fofoca de jeito nenhum.
bjs

António Jesus Batalha disse...

Olá , seu blog é muito bom, e desde já quero dar-lhe os parabéns, meu nome é: António Batalha, e quero deixar-lhe um convite, se quiser fazer parte de meus amigos virtuais no blog Peregrino E Servo ficarei muito radiante. Claro que irei retribuir seguindo também seu blog.Como sou um homem de Deus deixo-lhe a minha bênção. E que Seja feliz você e sua casa.