quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Quaresma do FAZER algo difícil

Olá, amigas, estão bem? Espero que sim. 

Pois é, hoje começamos a Quaresma. E eu pensei em fazer uma penitência e me abster de alguma coisa, de algum alimento no período. 

As pessoas costumam não comer carne durante a Quaresma. A questão é que eu não sou muito chegada à carne, então, nem me faria falta.  

Em relação à comida, eu sentiria falta de duas coisas:

  • sobremesa e doces em geral.
  • sair para comer, frequentar restaurantes. 
Deixar de fazer/comer qualquer um dos itens acima seria um sacrifício para mim, sim. Mas EU NÃO CONSIGO. Seria um sofrimento até. 

Então, refleti e tive a ideia de, na Quaresma, adotar uma atitude, algo POSITIVO, no sentido de ação, em alguma coisa a se fazer - não a se abster -, mas que também seja difícil (para mim). Então, decidi FAZER CAMINHADA/ESTEIRA nestes próximos quarenta dias! Vou andar quarenta quilômetros, quer em pista de corrida, quer na esteira mesmo. 

Sabem, eu gosto de fazer caminhada, mas, para mim, é difícil começar, sair da inércia, comprometer-me e fazer, de forma disciplinada. 

Decidi por quarenta não apenas para "combinar" com o período, hehe, mas porque, sempre que fiz caminhada sistematicamente, eu me propunha a andar 30 km/mês, 1 km para cada dia. 

Pensei em andar 80 km nos 40 dias, mas, como só dá certo eu ir duas vezes por semana, ficaria complicado andar cerca de 5 km por vez, em especial por causa do meu joelho. 

Então, vai ficar isto mesmo: não comer carne hoje, Quarta-Feira de Cinzas, nem às sextas-feiras; andar 40 km entre 10/02/2016 e 27/03/2016.

Estou amadurecendo a ideia de fazer algo referente ao meu sono, horário de dormir... 

E, de resto, estou bem, 80% feliz :). 

Essa Chloe é das minhas...


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Fim de férias

Melhor do que na última vez em que escrevi. 

2016 começou bem. Hoje, particularmente, estou entediada, sem motivação, mas "tudo bem"... Pode ser TPM. Tinha na adolescência, fiquei anos sem ter, mas voltou, infelizmente.

Comecei o ano pondo em prática meus planos de leitura. Tem dado certo. Entre eles, está o de ler todos os Evangelhos. 

Volto a trabalhar segunda-feira: :((((. Vocês não têm noção do quanto as pessoas que trabalham comigo não têm caráter, não prestam. Dá-lhe Salmo 91... Francamente, a minha expectativa não é boa. E eu nunca poucas vezes me enganei com aquele pessoal. 




Um beijo e bom começo de ano! 


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

2015: uma b...

Boa noite.

O ano de 2015 foi um dos piores anos da minha vida. E, infelizmente, não tenho um bom pressentimento em relação a 2016... Sinto que as coisas serão difíceis no trabalho. E uma pendência financeira complicada. 

2015: morte na família de uma pessoa muito querida = 90% do que estragou o ano. Brigas com um milhão de pessoas, inclusive nos últimos dias de dezembro. Discussões, picuinhas, decepção com pessoas de que eu gostava. Total falta de educação e de respeito de várias pessoas, inclusive colegas de trabalho. Briga feia com sogra e cunhada (a ponto de eu não ir mais na casa do namorado, por uns tempos ao menos). 

Sério, estou até com medo de sair de casa nestes últimos dias de 2015.

Emagreci 7,5 kg. É grande coisa, mas ao mesmo tempo não é, porque tomei sibutramina o ano inteiro! Ou seja, é muito pouco para um ano desse remédio. Mas não vou tomar mais por muito mais tempo. 

Planos: francamente, quase nenhum. Estou sem inspiração. Ler um livro por mês, ao menos. Fazer sessões de thetahealing. Ligar no aniversário de parentes distantes. 

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A Minha Alma Partiu-se
Fernando Pessoa

A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.

Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.

(...)
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.

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Não sei quanto às outras pessoas, mas quando me abaixo para colocar os sapatos de manhã, penso, Deus Todo-Poderoso, o que mais agora?
Charles Bukowski

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Resumos da minha vida.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Uma pequena vingança?

Olá, pessoal, boa noite!

Hoje foi um dia desagradável no geral, daqueles em que é melhor você ficar na sua, sabe?

Enfim, mas uma coisa especialmente foi muita chata.

Antes uma pequena introdução: acreditem ou não, mas muitas pessoas que trabalham no Judiciário são meio burras - digamos. Desculpem a franqueza, mas é mais ou menos assim mesmo. Principalmente os mais antigos e os da justiça estadual, que costumam SE ACHAR. Eu fiquei impressionada com isso quando comecei a trabalhar na justiça. Lembro que eu pensava o seguinte de certas pessoas: "nossa, o fulano deve achar que INVENTOU o processo civil, tamanha a arrogância!". E muita gente está há mil anos no serviço público e não sabe das informações atinentes. Não sabe porque não foi atrás de estudar ou porque não quer saber mesmo, acomodado.

Mas acreditem: há MUITAS pessoas comprometidas no serviço público, que querem que as coisas funcionem, que deem certo, que pensam na pessoa que está esperando o resultado de um processo, que têm sensibilidade, que são BONDOSAS. Os servidores mais jovens (de serviço público) costumam ser assim, na ampla maioria.  

Enfim, aí, hoje, eu fui numa vara da justiça estadual porque eu queria consultar uns processos nos quais não sou parte (autora ou ré), nem advogada (não posso advogar). Explico: vou entrar com um processo por danos morais e queria saber qual o posicionamento de um determinado juiz sobre esse tipo de caso.

Cheguei lá, fui ao balcão e pedi determinados processos, pelo número, os quais eu já tinha pesquisado na internet. A atendente disse que não podia mostrar nenhum processo se não fosse para seu autor ou réu ou para os advogados deles. Eu disse que podia, porque os atos judiciais são públicos. Detalhe: ela NÃO sabia disso, apesar de atender ao público e essa questão estar no CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. Ok. Ela falou que ia consultar a diretora dela.

Menos de um minuto depois, voltou, falando que a diretora disse que não podia mesmo. Vejam bem: a DIRETORA de uma vara estadual não sabia o que está escrito no Código de Processo Civil - e é um princípio processual, aliás, chamado de princípio da publicidade dos atos processuais. Eu pedi para falar com ela. A moça falou que ela estava conversando com o juiz (sempre falam essas coisas). Eu disse que esperava. 

Veio a DIRETORA, rapidamente até, eu falei que podia consultar qualquer processo porque os atos são públicos, etc, etc, ela disse que não. Ela se justificou com argumentos NÃO JURÍDICOS, "fora" da lei, com ACHISMO apenas. Vão por mim: quem domina o Direito não é aquele que ACHA alguma coisa, mas aquele que ESTUDOU e sabe do que está falando.  Ela me propôs pegar apenas 2 processos da minha lista, eu falei para pegar 3, então, para eu ter um parâmetro. Falou que já tinha conversado com o juiz (mentira, só para me intimidar). Eu respondi: "fala de novo, então, porque pode consultar os processos." Ela falou que só ia pegar 2 ou nenhum. Eu até tentei ser calma, conciliadora, falei que que aquilo não precisava virar uma questão, que não precisava virar corregedoria (lugar de reclamações da justiça). Busquei a solução, sério mesmo. Aí, ela respondeu: "eu não vou pegar nada, pode me representar na corregedoria". E DEU AS COSTAS E FOI EMBORA, ME DEIXANDO FALANDO SOZINHA. Na frente da outra funcionária e das estagiárias. Acreditem! Que grande ABSURDO, sim ou com certeza? 

Duas funcionárias velhas de casa, que NÃO sabem de algo até ÓBVIO. E a DIRETORA de uma vara tem uma atitude ESTÚPIDA dessas! Toda a situação é uma coisa surreal para mim, porque essa questão de qualquer um consultar processo é coisa que aluno de 2º ano de direito sabe. 

Sabem, eu sou do tipo que defende as instituições e funcionários públicos, como os policiais. Mas pensei nessa hora: imagine uma pessoa que não conhece muitos funcionários públicos e tromba com uma mulher dessas! Tem toda a razão de falar mal da categoria. 

No final, eu acabei pedindo 3 para a estagiária e ela pegou apenas 2. 

Voltei para casa meio transtornada, estava quase chorando de raiva quando contei para a minha mãe. Sério, até considerei começar a ler sobre: como lidar com pessoas estúpidas; como lidar com pessoas cobras; etc. Porque acho que é mais útil para a vida do que achar que isso não vai acontecer com você. E eu atraio essas coisas. Será que estou errando em alguma coisa? Ou eu desafio pessoas arbitrárias? E o pior a gente sabe: a gente fica transtornado, mas eles não estão nem aí.  

Bom, aí cheguei em casa e fui pesquisar o assunto. Vamos lá: Princípio da Publicidade dos Atos Processuais. Ah, alguém poderia perguntar: "não compensa você falar com o juiz?" Não, não vale.  

Meu planejamento era achar algo útil em algum livro de algum jurista famoso, que DESENHASSE o princípio em POUCAS linhas, para que QUALQUER um entendesse, e levar lá naquela vara, etc. Mas achei algo até MELHOR: uma norma de serviço da PRÓPRIA justiça estadual falando EXATAMENTE o que eu estava defendendo lá: QUALQUER pessoa do público em geral pode consultar qualquer processo, desde que não seja de segredo de justiça (nenhum daqueles que eu pedi eram). Sim: o texto do próprio tribunal da diretora fala LITERALMENTE isso. 

Aí a pergunta que não quer calar: vou lá mostrar isso e pegar o processo que eu quiser? Quando? Sexta agora e vejo os outros processos que eu queria? Ou depois que eu resolver o meu próprio? Porque não duvido que a diretora possa me prejudicar, lógico, apesar de o ganho ser certo. 

Dúvida cruel: sim ou não e quando desmoralizar uma diretora de cartório estúpida, que se acha a última bolacha do pacote por ser diretora, mas que não tem conhecimento elementar de direito? 




Aceito opiniões :).

Beijos!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Um ano longo demais

Faz (quase exatamente) um ano que escrevi o último post deste blog. Sinceramente, parecia que fazia mais.

Eu estou bem diferente, alguma coisa melhor e alguma coisa pior, mas bem diferente para apenas um ano.

Eu estava lendo uns posts antigos, de 5 anos atrás, e me deu bastante saudade da época em que eu escrevia aqui com frequência S2. 


Hoje, eu estou mais gorda, mas não exatamente mais desanimada, só que nem mais otimista, nem mais pessimista, entendem? Engordei horrores desde o ano passado, quando tirei férias em julho. Uns 7, 8 quilos. Não tenho ânimo nenhum para fazer dieta, incluindo a dieta dos pontos (que eu acho fácil). Para falar a verdade, vou deletar minha conta do "Dieta & Saúde" por uns tempos, porque não está valendo a pena.

Para falar a verdade, estou numa vibe mais de aprender a cozinhar, para comer coisas decentes e gostosas, do que de fazer dieta... Eu acho que, mesmo assim, vira até para emagrecer, porque a partir do momento em que você dá valor à qualidade das coisas que come não se empanturra com qualquer porcaria.

Francamente, já fui gordinha na adolescência e não esperava voltar um dia ao mesmo peso daquela época... Vou me pesar amanhã, quando acordar, mas devo estar com uns 74 kg... 



Comecei a fazer pilates, mas não foi tudo aquilo que eu imaginava e não estou me dedicando. O horário, no final da tarde, não está dando muito certo para mim, e tenho preguiça de falar com a instrutora para ver outro horário de manhã, antes do trabalho. Mas, agora, passado feriado e um monte de coisa, não tenho nem mais desculpa para ficar faltando. 

Enfim, não tenho expectativas, mas sonhos, sim. E assim estou vivendo. 

Abraço para quem ler.  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Vamos lá, mudar de vida.

Pois é. 

Meses sem postar aqui, não é? 

Passei por uns tempos de letargia total. Sem me importar com o que eu como, sem fazer exercícios, sem SONHAR, sabem? Apenas (sobre)vivendo. 

Nesta semana, conversei com uns colegas de faculdade sobre umas experiências da minha, digamos,  juventude - ainda sou jovem, mas de quando era mais ainda. Percebi o quanto hoje eu não sonho mais. Eu desanimei até de viajar, de ter experiências. Do jeito que tá, tá bom. Mas me toquei que tenho que mudar de atitude e fazer alguma coisa. Essa conversa com meus colegas me deu um click, falta agora a perseverança.

Faz uns dias que não me peso. Faz meses que não me exercito.

Vamos lá, mudar de vida. 




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Quanto mais eu trabalho fora...

... mais eu me convenço de que eu deveria ter sido dona de casa.