terça-feira, 21 de abril de 2009

"Chegando lá"... Ou "Uma crisálida"

Oi, meninas, como estão?

Bem, eu vou indo. Tenho comido mais do que o desejável. É um dos poucos DEFEITOS que eu tenho que superar. Ingerir menos comida, evitar os engordativos... O que eu já estou careca de saber, mas falta colocar em prática.

De resto, a academia está indo muito bem. Fiz CINCO treinos na semana passada \o/. Mesmo cansada - estou dando aula à tarde agora -, eu chego em casa, me troco, como alguma coisinha e vou para a academia! Essa mudança de comportamento está me dando mais ânimo e auto-confiança para mudar meus hábitos alimentares também. Sinceramente, eu deixei para amanhã, depois do feriado, começar a prestar mais atenção no que e no quanto eu como.

Meu último peso não foi nada animador: 63,5 kg. Um pouco de inchaço por excessos, por álcool, etc, mas ainda assim muito por comer desnecessariamente, é claro. Tô me sentindo inchada, barriguda ¬¬... Mas tudo isso é resultado das minhas ações. Eu nem tenho muita cara-de-pau de reclamar.

Nesta semana, eu acho que só vou um dia na academia, pois tenho um trabalho seríssimo e urgentíssimo para fazer até sexta e meus horários livres serão dedicados a isso, começando por hoje! Não vejo como um desleixo em relação à atividade física, mas sim como uma medida necessária e temporária.

Em geral, eu estou satisfeita porque estou conseguindo botar as coisas em ordem e sendo disciplinada para cumprir todas as minhas tarefas. Mas falta mais, eu sei! Desejem-se sorte porque eu tô precisando...

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Gostaria de deixar dois trechos curtos de uma matéria que li um tempinho atrás, na revista Vida Simples - que é ótima, aliás. Vale a pena ler, eu garanto.
Obs: os grifos são meus.

Crises naturais
Também existem as crises naturais da vida, que marcam nossas fases evolutivas. Nossos ciclos são abertos pelas passagens da idade, pelas novas atividades ou pelas relações humanas. Passar da infância para a adolescência ou desta para a maturidade, sair do colégio e entrar na faculdade, trocar de emprego, casar, ter um filho, todos esses momentos são momentos de ruptura, de decisões importantes, de crises, enfim. E haja fôlego para enfrentá-los. Entretanto, se, por um lado, não temos como fugir dessas crises existenciais, por outro, aprendemos com elas e, por isso, amadurecemos e evoluímos. Na evolução natural das coisas, uma crise é um momento ou uma fase difícil, em que fatos, ideias, status ou situações são questionados e levados a mudar. Crises são, portanto, naturais. Lembro-me de uma lição da natureza. Certa vez, em Belém, tive a oportunidade de visitar o maior borboletário do mundo (orgulho dos paraenses), no Mangal das Garças. Para entrar nele, é necessário não ter medo de insetos, mas isso não é difícil, pois as borboletas nem parecem ser da mesma classe das moscas e dos besouros – lembram delicados pássaros ou, quem sabe, pinceladas de tinta no ar.

Cada borboleta vive cerca de um mês, então é necessária a reposição permanente. E de onde vêm os bichinhos? Lá há uma espécie de berçário, um laboratório que alimenta as fases intermediárias da borboleta, pois ela vive mais tempo em outras formas, antes de virar um inseto voador. O biólogo responsável me explicou direitinho: 'Do ovo nasce a lagarta, que se alimenta o quanto pode. Então ela vira crisálida e fica dentro de um casulo para finalmente virar borboleta através de um processo delicado de transformação”. “Crisálida?”, perguntei curioso. “Sim, é o nome dessa fase de grandes transformações. É quando, de fato, a feia lagarta vira a bela borboleta. Recebeu esse nome porque é quando o animalzinho vive uma crise de mutações.'

Eu precisei de uma borboleta e de um biólogo para fi nalmente entender o verdadeiro signifi cado de uma crise. E, mais, para perceber que a crise é parte de um processo natural de evolução, sem a qual ficamos estáticos, presos a uma condição não mutante, cristalizada na mediocridade. No fim, a crise é o que nos salva porque nos desafia, estimula, ensina e, finalmente, nos transforma.

(...)

O que dá pra fazer

Igualmente importante [para reagir a uma crise] é deixar a razão predominar, pois, dessa forma, poderemos analisar o cenário e entender por que a crise se instalou e elaborar possíveis saídas. E partir para a ação, não ficar paralisado pelo medo, bloqueado pela indignação ou pasmo ante o inesperado.


:)
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É isso, amigas! Grande beijo!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

E eu *inicio* a Páscoa com...



...62,5 kg! (E taxa de gordura de 32,8%). Uma variação de 2 quilos e 700 gramas em apenas um mês.

Pois é... Não estou me desculpando inteiramente, mas esse aumento teve suas justificativas. A principal delas é que comecei a trabalhar de manhã numa escola e, na hora do intervalo, é servida merenda também para os professores. O resultado disso é que eu estava almoçando duas vezes! Comia dois pratos cheios: um no intervalo da aula, às 9:30, e outro ao meio-dia e meia, na minha casa.

Bem, eu meio que já consegui controlar esse problema. Estou simplesmente comendo menos no café-da-manhã e menos também na escola. Para mim, isso é uma conquista. E é impossível deixar de comer por lá porque eu realmente sinto fome no meio da manhã. Mas também não há a necessidade de almoçar de verdade nesse horário, principalmente quando se vai encarar outra refeição completa 3 horas depois.

Outro motivo de eu ter engordado foi, como eu disse no post anterior, eu estar comendo bastante, desnecessariamente: doces, bolos, chocolate em demasia... E, às refeições normais, eu ingeria mais comida do que eu sentia fome. Também estou tentando me controlar nesse sentido.

A minha frequência à academia tem melhorado, mas ainda não é a desejável. Tenho de realmente ser mais disciplinada e treinar, no mínimo, quatro vezes por semana. Daqui a pouco, eu estou indo para lá, mesmo sendo esta véspera de feriadão.

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Uma coisa que eu aprendi com o problemaço que eu tive no ano passado foi a não descuidar de nenhuma área da minha vida. Simplesmente não é certo, por exemplo, trabalhar muito e deixar de lado a academia; estudar muito e deixar de lado o namorado; incrementar o intelecto e descuidar da aparência. Portanto, mesmo que eu esteja meio cansada e sem ânimo, não posso deixar de ser disciplinada em relação à academia; porque eu posso pagar caro (ou receber muito!) por isso depois (ou hoje mesmo!). Tenho mantido em mente essa lição , aprendida a duras penas -, para poder voltar a ser mais disciplinada.

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Eu não sou do tipo que fala: "Ah, a partir de amanhã (ou de segunda-feira), eu vou ser outra pessoa! Vou comer apenas alimentos saudáveis e pouco calóricos e deixar de lado os chocolates, os pratos mais gourmet e vou malhar 3 horas por dia, fazendo vários tipos de modalidades. E vou ser assim para sempre! Porque eu quero, eu posso, eu consigo!". Xiii, não acredito mesmo nisso. Eu não quero, não posso, e nem consigo fazer tudo isso de uma hora para outra. E, para ser franca, tenho até pena quando vejo pessoas impondo-se esse tipo de atitude.

Eu prefiro ser mais realista e sincera comigo mesma e ir mudando aos poucos. Caso haja algum evento urgente, acho mais sensato fazer uma dieta radical. Aí, sim... Mas, por enquanto, vou comer menos - sem mudar muito a qualidade - e retomar com força a musculação. (E "retomar com força" em ambos os sentidos, hehehe.)

Tenho a plena consciência de que, para ser magra, tem-se que comer menos. Não tem jeito!
E, a propósito: para ter o corpo bonito, tem-se que fazer alguma atividade que trabalhe a musculatura.

Mas é isso, amigas. Quando terminar de escrever este post, vou me arrumar para ir à academia. E mesmo, como eu disse, indo treinar antes de um suuuuuuper feriado, o meu ovo de Páscoa tá lá na prateleira, sim ;). Não vou me furtar de compartilhar dessa comemoração - adoro tradições! -, de jeito nenhum. A não ser que eu não tenha vontade de comer mesmo...

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Espero que vocês tenham um ótimo feriado.
Um beijo para todas! :)