quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Estou finalmente fazendo uma dieta!

Olá, meninas, tudo bem?

FINALMENTE, após muita procrastinação, estou seguindo um plano alimentar! Estou fazendo a Dieta do Spa, que conheci através do site M de Mulher. Bom, a promessa é de secar 4 - QUATRO!- quilos em uma semana, mas eu não acredito nisso. Pelo menos, não acho que vá funcionar para mim. Mesmo porque estou substituindo uma coisa ou outra.

Mas se eu emagrecer uns 2,5kg, 3 kg, ficarei contente, porque já sairei da terrível casa dos 70 kg. Comecei essa dieta estando com 72,8kg. Hum, acho que essa meta é um pouco ambiciosa demais...

O que me interessou nesta dieta foi o seguinte: resultados rápidos e opções de sobremesa. Não consigo viver sem comer doces, sobremesas, qualquer coisa. Para mim, isso é essencial. Neste plano, sempre tem um flan, um achocolatado, uma gelatina que seja. Então, para mim, é legal.

Também fiz a opção de comer tudo bem temperado. Estou no segundo dia e estou ficando com nojinho de comer um monte de salada. Sou meio chatinha para comer, jogo muita coisa fora.

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A caminhada vai indo bem também. Nesta semana só não fiz quando realmente não deu. Não vou conseguir de novo cumprir a meta de 30 km/mês, mas em setembro vai dar para chegar aos 22km no mês... Em agosto só consegui cumprir a metade, 15,600km...

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É isso, amigas. Um abraço!





sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Uma vontade débil

Olá, meninas, tudo bem?

Bom, quanto àquele problema do trabalho, do último post, a "solução" está sendo eu não conversar com aquelas pessoas - apenas o estritissimamente necessário. "Maturidade" é isso, né? Mas ainda não consegui, e nem sei se quero aprender a, ser hipócrita, fingir que nada aconteceu. AH! MAIS IMPORTANTE: bolei um esquema, uma resolução para cair fora de lá o mais breve possível. Isso também me deixa tranqüila.

Outro dia, vi, numa revista, a Carolina Dieckman falando que ela não é ingênua de considerar colegas de trabalho como se fossem amigos - mais ou menos isso. Infelizmente, estou começando a concordar... Tenho que ficar mais esperta.

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Bom, vamos lá, às minhas confissões embaraçosas a respeito de dieta/alimentação.

Eu tinha decidido fazer uma dieta agora em setembro. Porém, quem me acompanha sabe o quanto as minhas decisões nessa área são débeis... Sempre deixo para depois, para DOIS dias depois (não cogito para amanhã), para um dia mais "redondo".

Confesso ser um pouquinho hipócrita e sabotadora quando a "fazer dieta": fico pensando em mil hipóteses para melhorar minha compulsão alimentar "de fora para dentro", resolvendo as questões internas que me fazem comer demais, solucionar o problema na raiz. Mas acontece que eu cheguei num ponto crítico demais, que demanda uma solução urgente. Assim, estou apelando para remédios, dietas, etc. Não dá mesmo para melhorar minha vida para depois começar a emagrecer ou parar de engordar. Então, vamos lá.

E, não sei se isso acontece com vocês, mas sempre que planejo começar uma dieta, tenho a seguinte atitude: "já que eu vou ficar um bom tempo sofrendo, vou comer tudo o que me der vontade, tudo o que for gostoso nos próximos dias antes da dieta, para me despedir."

Assim sendo, como eu estava planejando começar uma dieta, eu fiz algumas "despedidas", comendo o que eu não comeria normalmente, o que eu nem acho grande coisa. Olhem, eu me culpo bastante por isso, tenho quase vontade de me xingar, acho bem patético e principalmente fraqueza.

Aí, surgem outras questões para eu me sabotar: que dieta fazer? Mas isso dá certo? Compensa fazer um dia de desintoxicação? Escolher uma das mil dietas de revista? Pegar uma dieta antiga que eu tenha seguido e que tenha dado certo? Seguir a Dieta dos Pontos? A Dieta das Notas? Eu também não poderia fazer uma orações com afinco pedindo para emagrecer, em vez de me privar das coisas?

Por enquanto, eu tô planejando fazer o seguinte: no primeiro dia, fazer uma dieta da desintoxicação, que é de baixas calorias e com poucos nutrientes, e repetir o procedimento uma vez por semana. Acredito que evite fazer o corpo pensar que você está se privando de comer e, por isso, desacelerar a perda de gordura - além de, principalmente no início, desintoxicar. Já fiz isso e percebi que naquela Dieta de Dunkan tem algo parecido.

E, nos outros dias, fazer, a princípio, a Dieta Volumétrica, que saiu na revista "Dieta Já" recentemente. "Ah, mas você gosta de se privar, de ter horários e alimentos certos que comer?". Não, eu odeio. A vantagem de uma dieta dessas, para mim, é o planejamento, o cardápio estipulado, as quantidades. Como deixei claro acima, tô num momento crítico, sem poder escolher ou esperar muito.

Ah, outra questão que me faz querer adiar toda a dieta nessa próxima semana que se iniciará: poderei começar no domingo, não amanhã (sábado). Até aí, beleza. O problema é que estarei fora de quarta até o outro domingo, numa viagem a trabalho/lazer. Não tem como eu seguir um plano alimentar estando fora, não tem como mesmo. Compensa seguir alguma coisa, fazer dieta de domingo até quarta? Sou inclinada a dizer que não.

Já conversei também com meu psicólogo a respeito de tudo isso e disse que quero realmente me focar nesse assunto, porque é algo que realmente me incomoda e atravanca a minha vida.

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No mês passado, eu não consegui cumprir a meta de caminhar 30 km/mês. Cheguei à metade disso. Nesse mês, as coisas vão indo razoáveis. Outro dia, em vez de andar na pista perto de casa, eu fiz caminhada na esteira que eu tenho em casa, a qual mandei arrumar há pouco tempo. Nossa, mas como me cansei! Fiquei acabada! Cansa muiiito mais, ainda mais a minha esteira sendo mecânica e não elétrica. Tenho que ver um modo de deixar essa atividade - de fazer esteira, não de fazer caminhada em si - menos maçante. Porque foi realmente MUITO chato e desanimador. Do tipo de coisa que você pensa que não compensa.

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Eu até tinha mais coisas que contar/desabafar, mas o post já ficou grandinho, hehehe. Fica para o próximo.

Um bom final de semana a todas! Beijos!




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Pessoas que puxam seu tapete no trabalho por NADA

Olá! Vim aqui fazer umas observações. Para variar, tive uma certa dor de cabeça no trabalho hoje. Em outras épocas, a minha reação teria causado um desastre, mas desta vez nem tanto.

Vejam bem: não me considero uma vítima no meu serviço, pelo menos não neste. Melhorei de vida quando fui para lá, etc e tal. Vejo pessoas lá em condições similares à minha, num serviço público estável, sem patrão, mas que só conseguiram chegar onde estão com menos esforço, numa época de Q.I. ("Quem Indica") e que ainda por cima reclamam horrores do trabalho, acham que têm o "direito" de não trabalhar decentemente, como se o mundo lhes devesse alguma coisa... Ora, pelamor! Vá ficar mandado currículos, fazer uma entrevista de emprego, participar de dinâmicas e, na melhor hipótese de conseguir o trabalho, viver com a possibilidade de ser mandado embora a qualquer momento. Enfim, CRESÇA E ACORDE PARA A VIDA antes de reclamar.

Bom, mas o que aconteceu hoje foi o seguinte: duas pessoas COM AS QUAIS EU SEMPRE FUI LEGAL, COLABORATIVA, SOLÍCITA, foram reclamar de mim para o chefe, dando a entender que eu estava atrapalhando o serviço delas e, por isso, elas estariam TÃO atrasadas e enroladas.

Uma delas, falando francamente, não tem capacidade para o serviço que desempenha - está lá por QI -, mal sabe mexer no computador. E, como sempre o serviço dela está mal feito, atrasado, caótico, o que ela faz? Ora, acusa os outros de estarem atrapalhando-lhe! Até aí, ok, né, e o Quico? Mas a questão é que eu sempre tive pena dessa mulher e sempre a ajudei: quando terminava as minhas tarefas, relacionadas às minhas funções, eu ia ajudá-la, pois ela não dá conta sozinha e fica estressada, reclamando, sofrendo. Bom, ontem eu deixei um PAPEL em cima da mesa dela, porque eu não sabia onde pôr aquele tipo de papel, porque ela sempre guardou, etc. E o que ela fez? Foi reclamar para o chefe que eu ficava colocando coisa em cima da mesa dela, por isso que o trabalho dela atrasava, etc... Repito: eu SEMPRE a ajudei MUITO. De todos os funcionários do meu nível, eu sou - era - a que mais a ajudava concretamente, de VERDADE. E ela tem a coragem de falar mal de mim para o chefe por causa de um PAPEL.

Aí, no mesmo momento da reclamação, estava um estagiário que - vejam só! - eu considerava meu amigo, mas que se queixou que eu lhe pedia coisas quando ele estava ocupado e isso o atrapalhava e por isso o serviço dele também estava atrasado, etc, etc, etc. Olha, eu até aceitei uma certa queixa específica dele, mas, de resto, o que eu peço para estagiário é coisa de ESTAGIÁRIO fazer. Uau, né, como eu sou esquisita! Deveria eu fazer o trabalho dele, né? E, claro, para completar o quadro da colega boazinha que - sem hipocrisia - subalternos não respeitam, eu SEMPRE vi um milhão de erros dele, mas NUNCA o humilhei publicamente por causa disso, até já o defendi. E ele foi lá reclamar de mim.

Bom, o pior é que o chefe veio falar comigo na frente dos outros. EU ME DEFENDO - sempre. Em geral, de uma forma dramática, aos trancos e barrancos. Me controlei para não provocar um terremoto - porque estou ficando vacinada contra esse tipo de atitude, que acaba me deixando mal.

Mas chamei o chefe, falei o que eu pensava, que eles ficavam me "acusando" porque eles não davam conta de fazer o serviço deles, que a funcionária lá era muito desorganizada, que eu sempre a ajudei, que estagiário lá naquele trabalho era extremamente folgado, etc. Falei: "Você acha que esse menino não deu conta nem de 10% do serviço dele de ontem por minha causa? Não deu conta de mexer sequer com UM processo?", "Se a Fulana tiver que mandar 20 ofícios numa semana para o mesmo lugar, ela fará 20 Avisos de Recebimento iguais, em vez de salvar UM no computador e imprimir o necessário depois... Como que ela não vai ficar enrolada?".

Deixei bem claro que eu sou muito colaborativa, que eu levo a sério meu trabalho e que eu esperava que ele enxergasse isso. Ele foi receptivo, falou que a mulher tinha limitações mesmo, que ele sabia, que os estagiários de hoje são assim mesmo, para eu não me importar, que ele só tinha falado comigo porque tinham reclamado para ele. (A pergunta que não quer calar: por que não veio conversar privativamente comigo, em vez de causar um clima estressante coletivo?)

Enfim, foi isso. Eu perdi meu dia hoje, de raiva. Na hora, fiquei tão nervosa que eu só não fui embora porque NÃO podia, não tinha como. Com a mulher, não conversei mais. Apenas jurei para mim mesma que não irei ajudá-la NUNCA mais, em nada. Ela foi fdp, mal-agradecida, não precisava tanto por tão pouco. Por causa de um papel, perdeu uma amiga.

Conversei com o estagiário, de "boa", falei que não precisava ter ido reclamar com o chefe, que bastava conversar comigo. Ele disse que não imaginava que o chefe iria falar comigo na frente de todo mundo e que ele não atribuía o seu atraso no serviço a mim. E, pacabá, acha que está no mesmo nível, de igual para igual com os outros funcionários... Respondi que não ia ficar explicando por que a Terra era redonda e não quadrada. (Vejam bem, não estou dizendo que ele seja um cidadão de segunda categoria, mas um estagiário, num ambiente de trabalho, tem que se tocar de que tem que respeitar os mais velhos, os funcionários de verdade. Moleque respondendo para adulto, num ambiente formal, é o cúmulo da falta de noção da vida.) E arrematei com o seguinte: eu achava que ele fosse meu amigo; ele tinha me apunhalado pelas costas; o mundo dá voltas e ele vai receber uma dessas de alguém também.

Depois conversamos mais ainda e tenho a certeza de que ele pensa que ainda confio nele, que ele é meu amigo, etc, etc.

Olhem, esse post não tem muita conclusão. Tem algumas reflexões: Muito disso tem a ver com INVEJA. Tem gente se só dá valor quando é pisado. Aqui se faz, aqui se paga. A que ponto eu cheguei, tendo de lidar com gente assim. Aquilo não é ambiente para mim. Vontade de ir ao banheiro, me ajoelhar e implorar para Deus para que eu consiga mudar logo de trabalho. E daqui para frente?. Não ajudar mais, nunca mais, a Fulana. Mudar de atitude e ser fdp, fofocando tudo o que eles fazem de errado?.

Não me tornarei uma fdp, não... Não demais. Mas também não dá para continuar sendo "a" legal com esse pessoal. Sei lá se vou cortar relações, do tipo de mal olhar na cara. E, se eu achar que for o caso, vi erro dos outros = contei pro chefe, em voz alta, falando para todo mundo, dando uma da que quer ajudar e não criticar. Para que ajudar quem não pensa duas vezes antes de te jogar no fogo?

Essa queixa me parece sensata a respeito do meu serviço: nunca vi um ambiente de trabalho em que as pessoas criticam umas às outras com tanta empáfia, sem nenhuma cerimônia, como se fossem os "masters" naquele tipo de função.

Quanto eu estou muito de saco cheio, eu penso: mais dia, menos dia. Daqui um ano, não estarei mais aqui, de jeito nenhum.

É isso. Vamos ver o que vira.